terça-feira, 27 de maio de 2025

Uma reflexão analítica para 2026: Celina Leão desponta como favorita ao Buriti, mas ampliar a sua liderança, é fundamental.

Vice-governadora Celina Leão (PP) - Foto: Tony Oliveira / Agência Brasília

O cenário político do Distrito Federal para as eleições de 2026 está em plena ebulição, e a vice-governadora Celina Leão (PP) emerge como protagonista incontestável na corrida ao Palácio do Buriti. Segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas realizado entre 21 e 25 de março de 2025, Celina lidera com 36,6% das intenções de voto no cenário estimulado, à frente de nomes como Izalci Lucas (PL) e Leandro Grass (PV), ambos com cerca de 11% .

Fatores que impulsionam sua candidatura

O desempenho de Celina Leão nas pesquisas reflete não apenas sua atuação como vice-governadora, mas também a aprovação significativa da gestão de Ibaneis Rocha (MDB), que alcança 62% . A continuidade das políticas públicas implementadas, como programas sociais e investimentos em infraestrutura, fortalece sua imagem como sucessora natural.

Além disso, Celina conta com o apoio de figuras influentes no cenário político nacional. O senador Ciro Nogueira (PP) afirmou que ela será a candidata de Jair Bolsonaro no DF, e a senadora Damares Alves (Republicanos) declarou apoio à vice-governadora, destacando sua importância na eleição ao Senado.

Desafios e perspectivas

Apesar da liderança nas pesquisas, Celina enfrenta o desafio de consolidar sua candidatura em um cenário político ainda incerto. A sua intenção de concorrer ao GDF tem despertado o interesse dos adversários em abrir novas frentes políticas no DF. Além disso, a alta taxa de indecisos nas pesquisas espontâneas indica que o eleitorado ainda está em processo de definição.

Os pretensos candidatos da esquerda contam com o apoio político e financeiro do Lula (PT) que, apesar de estar péssimo na avaliação dos brasileiros, conta com a máquina Estatal e com o aparelhamento das instituições, o que fará uma grande diferença no pleito eleitoral do ano que vem.

A vice-governadora também precisa manter o equilíbrio entre sua atuação no governo e a articulação política necessária para a campanha. Sua capacidade de dialogar com diferentes segmentos e apresentar propostas concretas será crucial para manter a vantagem nas intenções de voto. Embora ela esteja bem nas pesquisas, terá que se esforçar um pouco mais para ampliar a sua vantagem em relação os seus adversários.

Corrida ao Buriti será acirrada

Celina Leão sabe que, em se tratando de campanha política, cada apoio importa, porque a vitória só acontece depois de contado o último voto. Por isso ela não pode abaixar a guarda e nem contar vitória antes da hora. No entanto, a consolidação de sua candidatura dependerá de movimentos decisivos nos próximos meses. Tirar um tempo para visitar as suas bases e aumentar o diálogo com as lideranças comunitárias e políticas de cada região, é mais do que necessária. A corrida ao Buriti promete ser acirrada, e a habilidade de Celina em navegar nesse cenário será determinante para seu sucesso. Enquanto isso, para o Senado Federal, o jogo é o mesmo! Mas vou tratar desse assunto na próxima postagem.


quinta-feira, 22 de maio de 2025

Leila do Vôlei trai eleitores e assume alinhamento com a esquerda


Senadora Leila Barros - Foto: Jane de Araújo/Agência Senado

Senadora Leila do Vôlei: da promessa de renovação ao alinhamento com a esquerda

A trajetória de Leila Barros, conhecida como Leila do Vôlei, é marcada por conquistas no esporte e uma ascensão política que gerou expectativas de renovação. No entanto, sua atuação política recente tem levantado questionamentos sobre sua coerência ideológica e compromisso com os eleitores que a elegeram.

Da quadra ao Senado: uma transição promissora

Leila Barros conquistou o respeito nacional como atleta, representando o Brasil em competições internacionais e acumulando medalhas. Sua entrada na política foi recebida com entusiasmo, especialmente por eleitores que viam nela uma figura de renovação e compromisso com valores conservadores e de centro-direita. Em 2018, foi eleita senadora pelo Distrito Federal, sendo a mais votada naquela eleição, com 467.500 votos, ou 17,76% dos votos válidos .

Alinhamento com a esquerda: uma mudança de rumo arriscada

Recentemente, Leila tem demonstrado um alinhamento crescente com partidos e pautas de esquerda. Durante o 16º Congresso Distrital do PSB-DF, ela enfatizou a importância da união dos partidos progressistas para enfrentar os problemas sociais e estruturais da capital . Além disso, o deputado distrital Max Maciel (PSol-DF) declarou apoio à pré-candidatura de Leila para reeleição no Senado, o que gerou discordância dentro do PSol . Ela só se esqueceu de uma coisa: a esquerda já tem suas próprias candidatas ao senado, que são Dani Sanchez e a deputada federal Erika Kokay.

Contradições e desalinhamento com a base eleitoral

A aproximação de Leila com partidos de esquerda contrasta com as expectativas de seus eleitores originais. Muitos a apoiaram acreditando em seu compromisso com valores mais conservadores e de centro-direita. A mudança de discurso e alianças políticas pode ser vista como uma traição à confiança depositada nela pelos eleitores.

Falta coerência e compromisso

A trajetória política de Leila do Vôlei destaca a importância da coerência ideológica e do compromisso com os eleitores. Mudanças de posicionamento são naturais na política, mas devem ser acompanhadas de transparência e diálogo com a base eleitoral. Caso contrário, corre-se o risco de perder a confiança dos cidadãos e comprometer a legitimidade do mandato. A sua aliança com partidos de esquerda, como o PSol, por exemplo, é vista pela maioria das pessoas, como um suicídio político ou caminho sem volta. Ou seja. Fim de jogo para ela, tanto no esporte quanto na política.

Em 2018 ela se elegeu senadora pelo PSB, e em 2021 migrou para o Cidadania. Em março de 2022 desembarcou no PDT com o intuito de concorrer ao GDF, mas não conseguiu se eleger. Para o pleito de 2026, se não mudar de partido até lá, estará de mãos dadas com a esquerda radical ou extrema esquerda. A falta de bom senso e coerência na política faz dela uma pessoa sem compromisso com os seus antigos eleitores.


*Com informações do METRÓPOLES


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