terça-feira, 25 de novembro de 2025

O Brasil refém do Identitarismo: Como a esquerda usa a cultura woke para dividir e dominar o País

Lira do Brasil - Foto: Arte / Divulgação

A polarização política no Brasil atingiu um ponto de saturação que, longe de promover o debate e a solução de problemas, parece ter se tornado um fim em si mesma. O cenário atual, marcado por uma intensa disputa ideológica, tem gerado mais divisão entre os brasileiros do que o necessário senso de união para enfrentar os desafios nacionais. 

A Estratégia da Identidade e a Importação de Conceitos

O Brasil está preso em uma armadilha ideológica. Longe de ser um motor para a justiça social, a intensa polarização se tornou a estratégia central de poder de um setor da esquerda que, de forma calculada, importa a "cultura woke" e instrumentaliza causas legítimas – de grupos LGBTQIA+ a comunidades da periferia – sob o pretexto de defendê-las. A tática é clara: injetar a divisão no tecido social, sequestrar ideologicamente instituições-chave como as Universidades Públicas e o Judiciário, e substituir a busca por soluções reais pela incessante Guerra Cultural. O resultado? Um país paralisado, onde o foco se desvia da gestão eficaz para o perigoso jogo do "Dividir para Dominar". Exemplo disso, tem sido as declarações da ministra Cámen Lúcia, presidente do TSE, quando afirma que "a democracia brasileira não atingirá a sua plenitude enquanto agressões de gênero persistirem", em alusão à cultura woke. Ela ocupa um alto cargo do Poder judiciário e jamais deveria estar tomando partido, seja lá de que lado for.

Observa-se que a esquerda brasileira tem investido significativamente na apropriação de diversas bandeiras identitárias. Grupos LGBTQIA+, afrodescendentes, povos indígenas, e até mesmo comunidades da periferia e grupos ligados ao crime organizado, são frequentemente enquadrados sob o guarda-chuva de uma defesa ideológica que, por vezes, sugere uma filiação política obrigatória a esses segmentos.

Essa tática baseia-se na premissa de que a luta por inclusão e justiça social deve ser canalizada exclusivamente por meio de um viés político específico. Essa instrumentalização das causas sociais levanta o questionamento: a defesa desses grupos visa genuinamente melhorar suas condições ou serve primariamente como uma ferramenta de mobilização e poder político?

A esse cenário, soma-se a importação e adaptação de conceitos estrangeiros, como a chamada "cultura woke", originária dos Estados Unidos. Tais teorias, focadas em questões de gênero e identitarismo, são introduzidas no debate público brasileiro com uma roupagem que, para críticos, busca redefinir as estruturas sociais e culturais a partir de uma ótica excessivamente segmentada. A crítica central a essa abordagem reside na alegação de que ela prioriza a divisão sobre a coesão, transformando diferenças legítimas em campos de batalha ideológicos.

O "Sequestro" Institucional e Educacional

O debate se estende também para as instituições públicas, com especial foco nos poderes Judiciário e Educacional. A crítica recorrente é que há um esforço para inserir e consolidar uma hegemonia ideológica, transformando espaços que deveriam ser neutros e plurais em redutos de uma única visão de mundo. As Universidades Públicas, por exemplo, são frequentemente citadas como o ápice desse "sequestro ideológico", onde a diversidade de pensamento estaria sendo substituída por um pensamento único, de esquerda.

A consequência prática dessa suposta manobra é a criação de um clima de "nós contra eles", no qual o foco se desvia dos problemas concretos – como saúde, segurança e infraestrutura – para uma incessante guerra cultural. A divisão, nesse contexto, torna-se a principal arma política, perpetuando o ciclo da polarização.

Racismo Ideológico vs. Unidade Humana

Um dos pontos mais sensíveis dessa polarização é o uso de questões raciais como instrumento de cisão social. O chamado "racismo ideológico" é criticado por promover a divisão das pessoas com base na cor da pele, em detrimento do que elas são capazes de realizar, de seu caráter e de suas contribuições para a sociedade.

É fundamental reiterar o princípio de que a dignidade e o valor de um indivíduo não podem ser definidos por sua etnia, mas sim por sua humanidade. A divisão entre negros e brancos é uma falácia que serve apenas aos propósitos de quem lucra com o conflito. A verdadeira luta contra o preconceito deve focar na igualdade de oportunidades e no reconhecimento de que todos os brasileiros são, fundamentalmente, iguais perante a lei e a sociedade, independentemente da cor da pele.

O Risco do "Dividir para Dominar"

A crítica mais contundente à atual dinâmica política é que essa polarização beneficia principalmente a própria esquerda, que adota a política do "quanto pior, melhor". Manter o país em constante ebulição e conflito ideológico garante a mobilização constante de sua base e desvia o olhar público da ineficiência ou da falta de soluções concretas. A máxima do "Dividir para dominar" resume o receio de que o objetivo final não seja a melhoria da vida dos brasileiros, mas sim o poder pelo poder.

Essa guerra ideológica constante tem um custo alto: ela paralisa o debate sobre reformas estruturais urgentes, desmotiva a busca por consensos mínimos e desgasta a confiança nas instituições. Os brasileiros, no final das contas, são os maiores prejudicados, pois o foco está na disputa política e não na gestão eficaz e na entrega de resultados.

É urgente que a sociedade e a classe política percebam que a polarização extrema é um obstáculo muito maior para o desenvolvimento nacional do que qualquer ideologia. O Brasil precisa de menos guerra cultural e mais foco na solução dos problemas que afligem o cidadão comum, do Norte ao Sul do país.

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Celina Leão lidera com folga no DF e vira alvo de ataques da esquerda

Brasília, DF, 9 de setembro de 2025 – A polarização política que marca o cenário nacional também se intensifica no Distrito Federal, onde as eleições de 2026 começam a ganhar contornos cada vez mais definidos. A vice-governadora Celina Leão (PP), hoje favorita para assumir o Buriti, aparece com vantagem expressiva nas pesquisas. Essa ascensão, no entanto, trouxe também um efeito colateral previsível: a ofensiva de adversários da esquerda, que veem na candidatura dela a maior barreira para seus planos de retomada de poder na capital.

Liderança folgada nas pesquisas

De acordo com o Paraná Pesquisas, Celina aparece com 37,2% das intenções de voto no cenário estimulado, mais que o dobro do segundo colocado, José Roberto Arruda (16,0%). Em cenários reduzidos, seu desempenho dispara para 45,6%, consolidando a condição de franca favorita.

Esse crescimento não é isolado. Desde junho, quando marcou 31,1%, a vice-governadora vem ampliando sua margem sobre adversários como Fred Linhares, Izalci Lucas e Leandro Grass, confirmando sua posição como a principal candidatura no horizonte de 2026.

O incômodo da esquerda

É justamente essa trajetória que tem incomodado profundamente adversários tradicionais do campo progressista no DF, como Geraldo Magela (PT), Ricardo Cappelli (PSB) e Leandro Grass (PV/REDE). Sem apresentar propostas concretas capazes de rivalizar com a popularidade de Celina, esses políticos têm recorrido a uma estratégia mais agressiva: os ataques pessoais e virtuais.

Dentro e fora das redes sociais, multiplicam-se declarações inflamadas, acusações sem lastro e tentativas de desqualificação da vice-governadora. Uma postura que, para analistas, revela mais desespero do que força. Afinal, se Celina não representasse uma ameaça real ao projeto da esquerda, não seria alvo de tanto fogo cruzado. 

Ataques como sinal de força

Na leitura de aliados e especialistas, a intensidade dos ataques é, na verdade, um sinal de que Celina está no caminho certo. Como candidata favorita, ela se torna o alvo natural de quem tenta, a qualquer custo, reduzir sua vantagem antes que a corrida eleitoral se consolide de vez.

Celina, por sua vez, tem adotado uma postura firme, mantendo o foco em seu trabalho à frente do GDF e na apresentação de propostas de continuidade e estabilidade para os próximos anos. Essa postura contrasta com a estratégia oposicionista, que prefere o embate retórico à construção de alternativas viáveis para o Distrito Federal.

Com a eleição marcada para 4 de outubro de 2026, e possível segundo turno no dia 25, o cenário indica que a disputa no DF será marcada pela polarização entre a continuidade representada por Celina Leão e os ataques desesperados da oposição de esquerda. Ao que tudo indica, quanto mais ela cresce nas pesquisas, maior será a artilharia lançada contra sua candidatura — e, paradoxalmente, cada ataque acaba servindo como confirmação de sua força política.

terça-feira, 27 de maio de 2025

Uma reflexão analítica para 2026: Celina Leão desponta como favorita ao Buriti, mas ampliar a sua liderança, é fundamental.

Vice-governadora Celina Leão (PP) - Foto: Tony Oliveira / Agência Brasília

O cenário político do Distrito Federal para as eleições de 2026 está em plena ebulição, e a vice-governadora Celina Leão (PP) emerge como protagonista incontestável na corrida ao Palácio do Buriti. Segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas realizado entre 21 e 25 de março de 2025, Celina lidera com 36,6% das intenções de voto no cenário estimulado, à frente de nomes como Izalci Lucas (PL) e Leandro Grass (PV), ambos com cerca de 11% .

Fatores que impulsionam sua candidatura

O desempenho de Celina Leão nas pesquisas reflete não apenas sua atuação como vice-governadora, mas também a aprovação significativa da gestão de Ibaneis Rocha (MDB), que alcança 62% . A continuidade das políticas públicas implementadas, como programas sociais e investimentos em infraestrutura, fortalece sua imagem como sucessora natural.

Além disso, Celina conta com o apoio de figuras influentes no cenário político nacional. O senador Ciro Nogueira (PP) afirmou que ela será a candidata de Jair Bolsonaro no DF, e a senadora Damares Alves (Republicanos) declarou apoio à vice-governadora, destacando sua importância na eleição ao Senado.

Desafios e perspectivas

Apesar da liderança nas pesquisas, Celina enfrenta o desafio de consolidar sua candidatura em um cenário político ainda incerto. A sua intenção de concorrer ao GDF tem despertado o interesse dos adversários em abrir novas frentes políticas no DF. Além disso, a alta taxa de indecisos nas pesquisas espontâneas indica que o eleitorado ainda está em processo de definição.

Os pretensos candidatos da esquerda contam com o apoio político e financeiro do Lula (PT) que, apesar de estar péssimo na avaliação dos brasileiros, conta com a máquina Estatal e com o aparelhamento das instituições, o que fará uma grande diferença no pleito eleitoral do ano que vem.

A vice-governadora também precisa manter o equilíbrio entre sua atuação no governo e a articulação política necessária para a campanha. Sua capacidade de dialogar com diferentes segmentos e apresentar propostas concretas será crucial para manter a vantagem nas intenções de voto. Embora ela esteja bem nas pesquisas, terá que se esforçar um pouco mais para ampliar a sua vantagem em relação os seus adversários.

Corrida ao Buriti será acirrada

Celina Leão sabe que, em se tratando de campanha política, cada apoio importa, porque a vitória só acontece depois de contado o último voto. Por isso ela não pode abaixar a guarda e nem contar vitória antes da hora. No entanto, a consolidação de sua candidatura dependerá de movimentos decisivos nos próximos meses. Tirar um tempo para visitar as suas bases e aumentar o diálogo com as lideranças comunitárias e políticas de cada região, é mais do que necessária. A corrida ao Buriti promete ser acirrada, e a habilidade de Celina em navegar nesse cenário será determinante para seu sucesso. Enquanto isso, para o Senado Federal, o jogo é o mesmo! Mas vou tratar desse assunto na próxima postagem.


quinta-feira, 22 de maio de 2025

Leila do Vôlei trai eleitores e assume alinhamento com a esquerda


Senadora Leila Barros - Foto: Jane de Araújo/Agência Senado

Senadora Leila do Vôlei: da promessa de renovação ao alinhamento com a esquerda

A trajetória de Leila Barros, conhecida como Leila do Vôlei, é marcada por conquistas no esporte e uma ascensão política que gerou expectativas de renovação. No entanto, sua atuação política recente tem levantado questionamentos sobre sua coerência ideológica e compromisso com os eleitores que a elegeram.

Da quadra ao Senado: uma transição promissora

Leila Barros conquistou o respeito nacional como atleta, representando o Brasil em competições internacionais e acumulando medalhas. Sua entrada na política foi recebida com entusiasmo, especialmente por eleitores que viam nela uma figura de renovação e compromisso com valores conservadores e de centro-direita. Em 2018, foi eleita senadora pelo Distrito Federal, sendo a mais votada naquela eleição, com 467.500 votos, ou 17,76% dos votos válidos .

Alinhamento com a esquerda: uma mudança de rumo arriscada

Recentemente, Leila tem demonstrado um alinhamento crescente com partidos e pautas de esquerda. Durante o 16º Congresso Distrital do PSB-DF, ela enfatizou a importância da união dos partidos progressistas para enfrentar os problemas sociais e estruturais da capital . Além disso, o deputado distrital Max Maciel (PSol-DF) declarou apoio à pré-candidatura de Leila para reeleição no Senado, o que gerou discordância dentro do PSol . Ela só se esqueceu de uma coisa: a esquerda já tem suas próprias candidatas ao senado, que são Dani Sanchez e a deputada federal Erika Kokay.

Contradições e desalinhamento com a base eleitoral

A aproximação de Leila com partidos de esquerda contrasta com as expectativas de seus eleitores originais. Muitos a apoiaram acreditando em seu compromisso com valores mais conservadores e de centro-direita. A mudança de discurso e alianças políticas pode ser vista como uma traição à confiança depositada nela pelos eleitores.

Falta coerência e compromisso

A trajetória política de Leila do Vôlei destaca a importância da coerência ideológica e do compromisso com os eleitores. Mudanças de posicionamento são naturais na política, mas devem ser acompanhadas de transparência e diálogo com a base eleitoral. Caso contrário, corre-se o risco de perder a confiança dos cidadãos e comprometer a legitimidade do mandato. A sua aliança com partidos de esquerda, como o PSol, por exemplo, é vista pela maioria das pessoas, como um suicídio político ou caminho sem volta. Ou seja. Fim de jogo para ela, tanto no esporte quanto na política.

Em 2018 ela se elegeu senadora pelo PSB, e em 2021 migrou para o Cidadania. Em março de 2022 desembarcou no PDT com o intuito de concorrer ao GDF, mas não conseguiu se eleger. Para o pleito de 2026, se não mudar de partido até lá, estará de mãos dadas com a esquerda radical ou extrema esquerda. A falta de bom senso e coerência na política faz dela uma pessoa sem compromisso com os seus antigos eleitores.


*Com informações do METRÓPOLES


quarta-feira, 3 de julho de 2024

A Senadora Damares Alves (Republicanos-DF) divide a direita, ao invés de uni-la!


Senadora Damares Alves (Republicanos-DF)
Foto: retirada da internet sem valor comercial


A sua movimentação política é vista como oportunista e descabível.

Em entrevista ao Correio Braziliense desta quarta-feira (03) a senadora Damares Alves (Republicanos-DF),  afirmou que a direita vem fortalecida para as eleições de 2026, tanto no Distrito Federal quanto nacionalmente e que, segundo ela, tem assumido a missão de unificar a direita — no Brasil e no Distrito Federal. As suas palavras, no entanto, causaram mais problemas do que solução e, ao invés de unificar a direita, vai é dividi-la, ainda mais, conforme veremos a seguir:

1 - A senadora criou um “grupo político” que tem por objetivo “unificar o pensamento conservador” no Brasil. Como que ela pretende unificar a direita já com a imposição de um “grupo político”, alinhado ideologicamente com ela? E quem não concordar com ele, deixa de ser conservador, por causa disso?

2 – Segundo ela, a direita tem bons nomes para disputar o Palácio do Buriti em 2026 e cita, por exemplo, os nomes de Celina Leão, Michele Bolsonaro, Izalci Lucas, Paula Belmonte e o nome da própria Damares! Ao se apresentar como uma das possíveis candidatas ao GDF, o seu papel de unificar a direita no DF cai por terra, porque, deixa claro quais são as suas reais intenções. Principalmente quando ela diz que o seu “grupo político está se reunindo e tem propostas para o DF”. Quem vai entrar nesse jogo, de cartas marcadas?

3 – Ao mesmo tempo que flerta com a hipótese de se candidatar ao GDF, garante que não é candidata a nada e, por isso mesmo, se julga merecedora de estar à frente da coordenação política da direita.  “Eu quero estar nessa coordenação, porque eu não sou candidata a nada. A gente brinca muito com o meu nome, mas eu não sou candidata a nada. Pelo menos, agora”. As suas palavras, além de contraditórias, geram desconfiança entre os prováveis aliados.  Neste caso, confiar na Damares Alves, é o mesmo que confiar em cerca podre!

4 – Embora reconheça uma forte articulação em torno do nome de Celina Leão (PP-DF), insinua que, o melhor mesmo, é ela se se candidatar a presente da república ou sair de vice na chapa de um candidato conservador, para o qual Leão seria uma forte indicação. “Michele já falou que apoia a Celina aqui “no DF”, eu já falei no passado também, mas eu repito: muitas águas podem rolar debaixo dessa ponte”, sinalizou. Damares revela, nessa parte da entrevista, seus planos macabros para tirar atual Vice-governadora, Celina Leão (PP), da disputa eleitoral pelo Palácio do Buriti em 2026, ao sugerir um voo mais alto, mas sem paraquedas.

5 – Caso a Celina Leão aceite se candidatar à presidência da república, além de colocar em risco o seu futuro político, abriria o caminho para a Senadora nadar de braçadas rumo ao Palácio do Buriti, com o apoio dos conservadores de direita. Moleza, não é? É o que se pode chamar de oportunismo barato. Mas, afinal de contas, quem é Damares Alves no jogo do bicho?

6 – De acordo com a enciclopédia livre, Wikipédia, ela é natural do Paraná, graduou-se em direito pela extinta Faculdades Integradas de São Carlos (FADISC) e pastora da Igreja Quadrancular. Foi assessora parlamentar no Congresso Nacional por mais de vinte anos, antes de sua nomeação por Bolsonaro em 2019, para o ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Em março de 2022, filiou-se ao partido Republicanos, partido pelo qual se elegeu senadora, graças ao ex-presidente da república.

7 – Era uma ilustre desconhecida até o ano de 2019, quando surfou na onda bolsonarista. Apesar de ter trabalhado no Congresso Nacional por mais de duas décadas, nunca criou vínculo afetivo ou político com o Distrito Federal. 

8 – Apesar da sua proximidade com Michelle e Jair Bolsonaro e se apresentar como conservadora, não dar a ela o direito de atropelar a ordem das coisas e, muito menos, ainda, de ser a paladina do conservadorismo nacional. Falta, à Senadora Damares Alves, humildade, bom senso na política e um pouco de desconfiômetro.  Ela precisa entender que política se faz com bons gestos e não com imposição ou arrogância.

9 – A herança política deixada por Joaquim Roriz e Arruda está, atualmente, com Ibaneis Rocha (MDB) e Celina Leão (PP). Mesma aliança política que fechou com Bolsonaro para presidente da república em 2022. Tudo indica que estarão juntos também em 2026, independentemente do que pensa ou deixa de pensar a Damares Alves.

10 – Se a Senadora Damares quer mesmo unir a direita no Distrito Federal, primeiro, precisa respeitar a aliança política formada pelo governador Ibaneis Rocha e Celina Leão para 2026, onde um irá para o senado e, o outro, para o GDF. Qualquer outra movimentação política fora deste contexto, não é união. Principalmente quando um dos nomes apontados, para suceder a atual gestão, é o dela mesma. Por último, se a Damares não puder ajudar, por favor, não atrapalhe!

Por: Lira do Brasil
Fonte: Correio Braziliense 


segunda-feira, 17 de junho de 2024

Os erros de Sérgio Moro, ex-juiz da Lava-jato!

 

Senador Sérgio Moro - Foto: retirada na internet, sem valor comercial.

Tem um ditado popular que diz que errar, é humano, permanecer no erro, é burrice. Foi o caso, por exemplo, do ex-juiz da Lava-jato, Sérgio Moro. Segundo alguns entendidos do assunto, o seu maior erro foi renunciar o cargo de juiz para entrar na política em 2019 e, em seguida, assumir o ministério da Justiça no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). Por mais que ele tenha acertado, como juiz, toda a sua credibilidade de magistrado do caso da Lava-jato foi para o ralo, depois disso.
Adversários políticos do governo de Jair Bolsonaro se aproveitaram desse seu erro para colocar em dúvida todas as suas ações, como juiz, e a própria lava-jato. Caso ele não tivesse renunciado e nem se candidatado a nada, a Lava-jato estaria a salvo e a sua credibilidade, também.
O seu segundo erro, de acordo com os bolsonaristas, foi ter se afastado do Ministério da Justiça falando mal do seu ex-chefe. Para muitas pessoas, ele traiu o ex-presidente da república, Jair Bolsonaro.
O seu terceiro erro foi se filiar ao Podemos, por onde pretendia concorrer a presidência da república e, dentro de pouco tempo, deixar o partido para se filiar ao União Brasil, legenda pela qual se elegeu senador da república pelo Paraná.
Entre erros e acertos, espero que ele tenha amadurecido na política e aprendido a lição de que, em se tratando de política, cada erro, por menor que seja, é sempre um erro! Torço para que ele acerte de agora em diante e, em um futuro próximo, possa ser lembrado pelas suas boas ações e não pelos seus equívocos, porque, se voltar a praticar os mesmos erros, é burrice!

Por: Ivonildo Di Lira

terça-feira, 28 de maio de 2024

CPI da saúde e a antecipação do debate político da esquerda de 2026?


A esquerda não tem candidato de peso para competir de igual para igual com Ibaneis Rocha e Celina Leão na próxima eleição. Por isso insiste na instalação da tal CPI da saúde como forma de desgastar, politicamente, o atual governo e antecipar o debate político de 2026. Caso ela seja instalada, irá beneficiar, apenas, um pequeno grupo de opositores dentro da CLDF e adepto da política do quanto pior, melhor! 

Problemas na saúde vem desde quando Joaquim Roriz assumiu o GDF pela primeira vez, em 1988. Crianças, jovens e idosos, sempre morreram dentro dos hospitais ao longo dos anos, o que é lamentável! Jogar essas mortes no colo do governador Ibaneis Rocha, sem levar em consideração históricos anteriores, é agir de má fé! 

De acordo a Vice-governadora Celina Leão (PP), já foram investidos, nos últimos cinco anos, “cerca R$ 48 bilhões na saúde pública do DF, mais de 12 mil profissionais contratados na saúde e sete Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), construídas, com previsão de se construir mais 10 UPAs até o fim de 2026”. Nunca um governo investiu tanto na saúde do DF, como agora, na gestão de Ibaneis Rocha e Celina Leão. Eles também destinaram milhões de reais para socorrer o setor produtivo e assegurar os empregos dos trabalhadores durante a pandemia. Isso é fato!  

Quem garante que não são os próprios sindicatos os causadores dos problemas, sabotando o sistema de saúde, para beneficiar um candidato esquerdista ao GDF em 2026? Em se tratando de política, tudo é possível! Se algum servidor público da área de saúde estiver agindo de má fé dentro dos hospitais, UBSs e UPAs, por orientação desses sindicatos, precisa ser identificado o quanto antes, porque está jogando contra o governo e sacaneando com a população. 

Cada morte importa, mas, o muito mais triste de tudo isso, é ver certas pessoas se utilizando da desgraça dos outros para se promoverem politicamente! A meu ver, essa é a maior de todas as tragédias! 

LIRA  

Ex-deputado distrital 

terça-feira, 30 de abril de 2024

Reforma tributária do governo Lula sufocará, ainda mais, a classe média!

Foto: sem valor comercial retirada na internet


Do lado da esquerda também existem pessoas inteligentes, capazes e sábias. Mas quando uma delas se manifesta a favor do comunismo ou tenta defender pautas progressistas por questões políticas, ela deixa de ser essa pessoa inteligente e sábia para ser, simplesmente, uma pessoa alienada e retardada mentalmente, segundo afirmou o psiquiatra americano Lyle H. Rossiter. Porque, pessoas normais e sensatas acreditam no seu próprio potencial produtivo e fazem de tudo para não depender financeiramente do Estado, enquanto que as pessoas perturbadas, ideologicamente, têm o Estado como o grande provedor e pai! É, o caso, por exemplo, da esquerda brasileira que defende a reforma tributária enviada pelo governo Lula, na semana passada, ao Congresso Nacional, mesmo sabendo que ela está equivocada.

O brasileiro, hoje, independentemente da classe social, sabe, que a inflação voltou com força de janeiro de 2023 para cá, além do desemprego que também veio a galope. De acordo com o IBGE, “um em cada quatro domicílios não teve comida suficiente ou adequada na mesa em 2023, o que significa que os moradores não sabiam se teriam comida suficiente ou adequada na mesa”. Mas, para os seguidores do Lula, está tudo mil maravilhas!

A proposta de reforma tributária, do governo Lula, prevê imposto zero para arroz, feijão, leite, pão, ovos, massas, café, manteiga, entre outros produtos. Com redução de 60% para carnes, peixes, tapioca, sucos, mel. Além de cashback (devolução em dinheiro) para os pobres de até 50% nas contas de luz, água e esgoto, e; de até 100% na aquisição de gás de cozinha. Só que ninguém dar nada de graça para ninguém, muito menos o governo federal. Ele dar com uma mão e, tira com a outra, ao penalizar a classe média com o pagamento de mais impostos.

Caso essa reforma tributária seja aprovada, do jeito que está, estará implantada oficialmente no Brasil a ineptocracia, “um sistema de governo onde os menos capazes de liderar são eleitos pelos menos capazes de produzir, e onde os membros da sociedade com menos chance de se sustentar ou ser bem-sucedidos são recompensados com bens e serviços pagos pela riqueza confiscada de um número cada vez menor de produtores”, filósofa russa Ayn Rand. Que todos possam refletir sobre isso e tirarem as suas próprias conclusões!

Desde o primeiro dia da posse de Luís Inácio Lula da Silva, como presidente da república, a cada minuto, quatro CNPJ deixaram de existir no Brasil em 2023, totalizando 2.153.840 de empresas fechadas, segundo informou o site de notícias, r7, da Record. Microempresas e empresas de pequeno porte foram as que mais sofreram e, milhões de trabalhadores, perderam os seus empregos. Não precisa ser nenhum especialista em economia para perceber que a política econômica deste governo não tem como dar certo, porque, dá a entender que está ajudando o pobre quando, na verdade, está ferrando com ele, quando oprime as empresas e milhares de postos de trabalhos são fechados, da noite para o dia.

Deputados e Senadores, como legítimos representantes do povo, têm o dever cívico de corrigirem os excessos embutidos nessa reforma tributária. Se não corrigirem, estarão indo contra os interesses da maioria da população. Precisamos, sim, de uma reforma tributária, urgente, mas de uma reforma tributária que contemple toda a população brasileira e não apenas parte dela, como a que está sendo defendida pelo governo. Os maiores beneficiários dela são, exatamente, os eleitores do Lula, conforme deu a entender, o próprio governo.

O verdadeiro golpe, a meu ver, está em curso no nosso país e, com certeza, não está sendo administrado pela direita, mas pela esquerda, quando aparelhou político e ideologicamente a maioria das instituições nacionais. Se essa situação está sendo cômoda para ela, que está comprando os mais pobres com migalhas, não está sendo para a classe média, porque, além de pagar os autos salários da máquina pública, ainda terá que bancar a política populista e desastrosa do governo Lula.

Por: Lira do Brasil

quarta-feira, 24 de abril de 2024

Ibaneis Rocha e Celina Leão incomodam oposição no Distrito Federal.

 

Governador Ibaneis Rocha (MDB), e sua vice, Celina Leão (PP)
Foto: retirada da internet sem valor comercial

Foi só o governador Ibaneis Rocha (MDB) dizer que irá concorrer ao senado em 2026, e lançar Celina Leão (PP), para o GDF, que a oposição, já enfraquecida, começar atacar nas redes sociais a parceria política entre os dois. 

O deputado distrital Gabriel Magno (PT) postou, no seu Instagram, uma foto de Belo e Gracyanne (ex-esposa do cantor), com a legenda “a relação que acabou” e, na mesma postagem, aparece a imagem de Ibaneis Rocha ao lado de Celina Leão, com a frase “a relação que o DF quer que acabe”. 

Na seção da CLDF da última terça-feira (23), o deputado petista foi criticado e acusado pelos colegas Hermeto (MDB) e pastor Daniel de Castro (PP) de ter praticado o crime de misoginia com o “meme” de mal gosto, que é a repulsa, desprezo ou ódio contra as mulheres. Para o deputado Robério Negreiros (PSD), “o deputado Gabriel Magno (PT), foi infeliz com a sua postagem e não respeitou a ideologia e nem as diferenças políticas”, afirmou. 

Já o deputado Gabriel Magno (PT), se defendeu dizendo que “o meme faz uma alusão de que o DF quer que acabe a relação do governo Ibaneis na cidade, porque, hoje, eles [Ibaneis e Celina] governam Brasília”. 

O deputado Hermeto (MDB) diz que, se o meme tivesse sido publicado por ele, estaria lascado! “Só porque eu disse que dois policiais haviam se beijado, porque estavam fardados, estou respondendo até hoje, por isso!”, desabafou. 

A discussão política saiu do perímetro da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF|) para as redes sociais. Lá, o clima é mais tenso, ainda! De acordo com os internautas de direita, “a esquerda não tem ninguém à altura de Celina Leão e Ibaneis Rocha para concorrer às eleições em 20026, no DF. Por isso partem para a baixaria e para o ataque, mesmo sabendo que vão perder”, dizem. 

Por outro lado, os internautas de esquerda tentam fortalecer a base política do PT para eleger o máximo possível de candidatos, tanto para a CLDF, quanto para o Congresso Nacional, como forma de puxar votos para a chapa majoritária à presidência da república. A verdade é que eles estão se sentindo incomodados com o crescimento da direita na Capital Federal e, com certeza, não vão deixar barato não. E os candidatos de direita também devem fazer a sua parte no tabuleiro político para não serem surpreendidos lá na frente. Porque não basta, apenas, estar à frente do adversário, mas manter a liderança sobre ele até o fim, é fundamental! 

Na guerra política entre esquerda e direita, está o cidadão comum que, além de exigir respeito de ambos os lados, luta por mais dignidade.  

Por: Lira do Brasil

Fonte: Metrópoles/Distrito Federal

 

O Brasil refém do Identitarismo: Como a esquerda usa a cultura woke para dividir e dominar o País

Lira do Brasil - Foto: Arte / Divulgação A polarização política no Brasil atingiu um ponto de saturação que, longe de promover o debate e a ...